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Alcides Fonseca: Test your backups
como foi recentemente promovido a catedrático!! :O
e dá aulas no ISEG que julgo ser uma das escolas de economia gestão mais conservadoras de portugal (a credibilidade da escola é indiscutivel)
http://www.iseg.utl.pt/docentes/docentes.php?qu...
http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?...
RM
São opiniões como estas que fazem o nosso país ander para a fre... Não. Esqueçam lá isso. =P
"(...) para que estes decidam se os resgatam, mesmo sabendo do prejuízo causado pela sua desvalorização actual, ou se os entregam a um novo fundo de investimento a ser gerido por outro banco, na expectativa de recuperação de valor a prazo"
Aquela parte da desvalorização é muito importante.
Só para que se saiba, n sou bloquista.
A desvalorização do dinheiro, não afecta em nada a impossibilidade do banco não ter todo o dinheiro que os clientes pensam que tem! É assim que eles funcionam!
Porque é que se alguém faz um investimento que corre mal, tem de lá ter o papá-Estado para pagar o prejuízo?
Alcides: aconselho-te a ires ler outra vez o artigo...
Mas numa onda socialista o estado tem pena de tanta gente que fica sem o seu dinheiro, e quer intervir. (Agora? Depois do mal estar feito?)
Marcos, o problema é que nos bancos isso dos titulos são coisas virtuais. Eu meto lá dinheiro (seja numa conta normal, ou em aplicação) e muito provavelmente o dinheiro que lá ponho não vai ser usado nessas aplicações ao certo. E não sei até que ponto isto é crime ou não (Desconheço os contratos e detalhes dos planos).
Mas quando uma empresa fecha, é usado o património da empresa para pagar as dívidas que forem possíveis (neste caso as dívidas são aos clientes, pelo menos nas aplicações de retorno garantido). Acho que deve acontecer isso, tal como qualquer outra empresa, mas não devia ser preciso intervenção *especial* do estado.
Podes, paralamente, achar errado os 450 milhões com o aval do estado no ano passado (eu, pessoalmente, também acho). Mas isso *agora* é irrelevante - já foi feito e não pode ser desfeito. Relembro-te - para efeitos históricos - que já na altura também o Louçã foi contra a "operação de salvamento".
Afinal, em que aspeto discordas tu do Louçã?
O principal que acho estranho é ele querer que os clientes que tenham aplicações, as recebam, mesmo que desvalorizadas. A forma como os bancos funcionam não é assim tão linear, porque eles fazem uso de uma bolsa comum para investimentos, e apesar de existir alguma distinção entre as várias aplicações, não é possível atribuir um dono a um certo investimento.
Para não dizer que N investimentos devem ter desvalorizado 100% (ou mais, levando o banco a dívidas) e aí como serão distribuídos os títulos? As coisas não são tão simples como é mencionado no artigo.
Discordo também com "O deputado bloquista defende a integração do BPN na Caixa Geral de Depósitos, com o fim da marca BPN.", a CGD é que sabe se há de comprar o BPN ou não. Não gosto nada que o estado se meta nestes negócios.
Continuo a não ver porque há-de o Estado intervir nesta situação.
E a proposta do Louçã não defende, de todo, a intervenção do estado nos assuntos do banco, nem que seja entregue às pessoas mais do que elas têm direito. As coisas correm mal, fecham as portas, e a vida continua ... Está certo :-)
A citação que não foi ... citada:
"Ao Estado não compete garantir as promessas infundadas de rentabilidade que o BPP fez no passado. Nem compete garantir os fundos que os clientes não receberam porque essa rentabilidade excepcional não se verificou", prosseguiu, adiantando que "ao Estado não compete qualquer obrigação quanto aos fundos de investimento para gestão de aplicações de fortunas privadas".
"Mas ao Estado compete garantir que os títulos de cada fundo de investimento são entregues ao seu dono"